Alunos em frente ao museu
Na última quinta-feira (3), a escola estadual 10 de Setembro realizou um passeio pedagógico, com cinco turmas do turno matinal, ao Museu de Ciência e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A visita, organizada pelo professor Ricardo Barbosa de Freitas, faz parte da experiência educacional de diversos alunos do 1º e 2º ano do ensino médio, há 11 anos.
Segundo o professor, a participação dos alunos foi animada. “Esse passeio está sendo muito melhor do que o do ano passado. Vejo os alunos mais animados, engajados e curiosos”, destacou Ricardo, na ocasião. Acompanhado pelas professoras Deise Engel (Letras), Danielle Sauter (Matemática), Luiza Fernandes (Física) e Sabrina Corrêa (Inglês), Ricardo guiou as turmas 101, 102, 103, 201 e 202 por um aprendizado único, e como parte da atividade, os estudantes receberam trabalhos interdisciplinares relacionados à visita, integrando diversão e educação no passeio.
Com 57 anos de história, o Museu da PUCRS reúne 22 áreas temáticas e cerca de 700 experimentos interativos. Dentre esses, alguns se destacaram na preferência dos alunos. Segundo Nicoly Mendes, 15 anos, as amigas e ela se divertiram no show de eletricidade estática. “Enquanto fazíamos o trabalho, nos divertíamos com os demais experimentos. O melhor foi o show de eletricidade estática”, destaca. Ester Conceição, 17, se encantou com a exposição das ilusões de espelhos. “Tinha uma série de espelhos dentro de um espaço apertado, você colocava sua cabeça e refletia o infinito! Foi mágico”, salienta a jovem. Já Pablo Eich, 15, ficou fascinado pelo espaço “Zen: A energia do seu cérebro”, que explora neurociência de forma inesperada. “Eu adorei o experimento, é um simulador que utiliza a atividade das ondas cerebrais para te explicar sobre concentração e relaxamento”, explica o estudante.
O professor planeja ampliar a experiência no próximo ano, incluindo mais momentos recreativos e, se possível, um tour não apenas pelo museu, mas também pela universidade, aproximando os jovens do ambiente acadêmico. “Quando eu era aluno do fundamental, em Sapucaia, visitei o museu e me encantei. Desde então, quero que meus alunos tenham a mesma oportunidade de se maravilhar com a ciência”, finaliza.