Em julho, roubos de veículos reduzem ao menor número já registrado no Estado

16/08/2021
Fonte: Secretaria da Segurança Pública

Fonte: Secretaria da Segurança Pública

O trabalho das forças de Segurança Pública conseguiu, mais uma vez, reduzir os roubos de veículo no Rio Grande do Sul para o menor número já registrado no Estado. Em julho, foram 324 ocorrências, o mais baixo total para o período de um mês desde que teve início a contabilização desse tipo de crime, em janeiro de 2002.

É a segunda vez em menos de um ano que essa marca é superada – o recorde anterior havia sido alcançado em novembro do ano passado, com 376 casos. Em relação ao pico da série histórica, em setembro de 2015, quando 2.126 motoristas tiveram seus veículos levados sob a ameaça de criminosos, o resultado representa uma redução de 84,8%. Os dados integram os indicadores de criminalidade, divulgados pela Secretaria da Segurança Pública na sexta-feira (13).

Na comparação com julho de 2020, que teve 636 roubos de veículo, o total de julho de 2021 equivale à redução de 49,1% e também é o menor total da série histórica do sétimo mês do calendário. O acumulado desde janeiro também registrou queda, de 45%, passando de 5.503 casos no ano passado para 3.028 neste ano – quase 2,5 mil registros a menos.

 

Roubo a transporte coletivo tem queda de 52,2% em julho

Outro indicador que reflete as medidas de prevenção e combate aos crimes relacionados à circulação urbana é o roubo a transporte coletivo, que teve uma redução acima da metade em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O número de ocorrências envolvendo passageiros e motoristas de ônibus e lotações caiu 52,2%, de 180 casos para 86, o menor total da série histórica.

 

Crimes contra a vida seguem no menor nível da série histórica

Os indicadores criminais de julho também confirmaram a tendência verificada ao longo dos últimos dois anos no índice de crimes violentos letais intencionais (CVLI) – soma de homicídios, latrocínios e feminicídios. O conjunto desses crimes contra a vida, tanto na leitura isolada do mês quanto no cenário acumulado desde janeiro, permanece no menor nível da série histórica, iniciada em 2012, quanto o Estado passou a ter contabilização individual nesses três delitos.

Em julho, foram registrados 138 CLVIs no Rio Grande do Sul, marca 6,8% menor que os 148 do mesmo mês no ano passado. Já no período de sete meses desde janeiro, a baixa foi de 16,7%, passando de 1.219 para 1.016 crimes contra a vida, 203 a menos.

 

Homicídios têm queda de 12,1% em julho

No principal crime contra a vida, o Estado chegou ao nono mês consecutivo de queda. Em julho, o número de vítimas de assassinatos caiu de 140, em 2020, para 123, neste ano, uma retração de 12,1% e o menor total desde 2006. Frente ao pico da série histórica, em 2016, quando o sétimo mês do calendário teve 247 óbitos, o total atual representa uma diminuição de 50,2%.

 

Latrocínios ficam em estabilidade de julho

Crime menos frequente que os homicídios, o latrocínio fechou o mês de julho em estabilidade no Rio Grande do Sul, na comparação com o mesmo mês de 2020. Foram seis casos. Frente ao pico da série histórica do período, que registrou 14 roubos com morte em julho de 2016, a marca representa queda de 57,1%.

 

Feminicídios registram alta

Em julho, o número de feminicídios, que em 2020 havia caído à sua menor marca histórica, com dois casos, subiu para nove neste ano (350%). O resultado também impactou no acumulado que havia fechado o primeiro semestre em redução e, agora, na soma dos sete meses, passou de 53 no ano passado para 58 neste ano (9%).

 

Ataques a banco no RS fecham no segundo menor total da série histórica

Os delitos contra estabelecimentos bancários no Rio Grande do Sul passaram de dois casos, em julho de 2020, para quatro no mesmo mês deste ano. No acumulado de sete meses, a soma de furtos e roubos a banco, passou de 30 para 32, na mesma comparação.

Ainda assim, em ambos os casos, os dados atuais são o segundo menor total para as séries históricas dos períodos. Na comparação com os picos (registrados em 2015 na leitura mensal e em 2016 na soma de janeiro a julho), os números de 2021 representam reduções acima de 80%.


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